Inevitável da vida

Bianca, 16 anos, é uma garota sonhadora, apaixonada por música. Em busca de uma nova experiência de vida, deixa o Brasil rumo a Amsterdam, para cursa música. Tudo na vida tem a primeira vez, e no amor, é sempre inesperado. Nos primeiros dias de curso, ela chama atenção de alguém… Olhos azuis, cabelos claros, forte, simpático, inteligente e que ama a música. Diego é tudo o que uma garota poderia querer e vai lutar para se aproximar e conquistar o coração de Bianca, infelizmente as próprias limitações da vida desfavorecem a possibilidade de ficarem juntos. Bianca sonha em se formar,
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Sociedade Anônima

O que esperar do futuro que se aproxima: o sucesso e a felicidade ou a derrocada final de todos os nossos sonhos e ideais? Esse é o questionamento que aterroriza e mantém unidos Pedro, João e André, jovens da mesma idade – porém de personalidades, anseios e realidades muito distintas – que experimentarão os conflitos, as desilusões e as descobertas que caracterizam o dolorido e inevitável processo de amadurecimento. O cenário dessa história, que poderia pertencer a qualquer jovem do século 21, é o Rio de Janeiro, vitrine de belezas e maravilhas que esconde um mosaico de contradições, mazelas e
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Noites de Solidão

Em Noites de Solidão, o poeta Gilberto de Freitas, adentre suas saudosas recordações, busca reviver intensamente a lembrança de um certo passado que na solidão das tantas noites frias lhe é tão presente. Um passado que mesmo diante o despercebido e inevitável passar das horas, insiste em viver no coração do poeta. O poeta tenta reviver, mesmo perante a certeza de nunca mais tê-la, um pouco da recordação de tudo aquilo que um dia lhe deu alegria, lhe fez ter vontade de viver: a infância dividida entre os saudosos corredores da escola e as tantas manhãs às margens do rio Paraíba; as amizades compartilhadas dentre as tantas perdas e vitórias da
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Sertão Humano

Sertão Humano, terceiro livro poético de Rodrigo Gomes, traz a concepção inevitável de unidade entre tudo e todos. Desde a ligação natural entre os indivíduos e suas percepções diante das nuances da vida, até suas inquietudes quanto aos acasos e os movimentos constantes acerca dos abismos apreciados a cada passo. Andando pelo mundo e interagindo com ele pelos sentidos, as poéticas de Sertão Humano apresentam os anseios, as infinitas possibilidades e as inconstantes experiências do humano e suas (in)perfeições na vida e nos outros, demasiadamente nos outros.
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Além

“Além” é um drama familiar onde a ficção científica se faz presente   É uma história que poderia ser de qualquer um de nós ,dada a fragilidade das nossas vidas diante das nossas escolhas e as consequências que cada uma traz ,um grande novelo de opções que podemos desenrolar ou emaranhar mais , de acordo com a ponta do fio escolhida,e até que ponto essas decisões afetam as pessoas a nossa volta. Ekim é um cientista promissor que está prestes a perder a sanidade mental,ao mesmo tempo, está na sua melhor fase profissional ,e terá que tomar uma decisão rápida
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Chuva Fina

Chuva Fina é um livro raro de haicais, pois percorre caminhos paralelos que terminam por se encontrar no final da brevíssima jornada de três versos. O livro bebe na fonte da origem oriental do estilo, sem o rigor da contagem de sílabas e, ao mesmo tempo, consegue proezas ao combinar o hermético e o explícito na busca pelo encantamento da forma e do conteúdo amalgamados. Assim, por exemplo, o haicai que “questiona” a linguagem da geografia: acidente geográfico não explica a beleza do acontecimento   Outro exemplo, agora a tratar da humanidade que habita as pessoas, boas ou más, na
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Palavras de Estimação

“Timbre, conjunção de sentidos, memória, enlevo. A dúvida suspensa na brumosa paisagem arquitetada em palavras e Poesia. O vigor da fala ancorado no fio-horizonte de um lúdico e lírico eu em busca de respostas para o sempre tudo-da-vida. Gestos, gritos e sentimentos derramados na solidão da escrita. A escrita despojada das amarras da métrica e das rimas. Fluidez, desejo, paixão na estima pelas palavras que em veredas transforma o verso em liberdade. O Poeta Igor Calazans escreve como para si. E em si mesmo liberta-se para transfugir ao ato ofertando ao leitor a sua liberdade. A liberdade que eclode na
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O (não) lugar do amor

Leonardo acabou de ser convidado para o Falo de Príapo, o anônimo e seleto grupo de discussão de alunos da pós. Com Júlio, mais comparsa que amigo, vai tentar descobrir quem são os integrantes, administrando labuta e produção acadêmica. Mas como a vida, tampouco na era digital do “tudo-aqui-agora”, não é linear, o inesperado surge em seu caminho, e ele vai lidar com essas arestas da forma que pode: com humor, cerveja e, eventualmente, alguma música do Raça Negra. Uma morte misteriosa na família de sua noiva e uma suspeita de plágio parecerão pouco perto daquele inevitável e vertiginoso incômodo
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Quando o inverno chegar

A proposta de “QUANDO O INVERNO CHEGAR – Conflitos conjugais” é fazer uma abordagem acerca das situações geradoras de conflito dentro da relação marido/mulher; desde maus entendidos causados por linguagem nas “entre linhas”, a conflitos mais graves que causam afastamento e uma parede de separação entre os cônjuges. O casamento, não pode nem deve ser visto como algo imprevisível, e de falência inevitável. Ele precisa ser visto com otimismo, apesar das diferenças entre os cônjuges e dos momentos de instabilidade na relação. Os invernos da vida a dois são cíclicos: eles passam com o tempo, dando lugar à primavera da
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O jardim animado

Marcando a estreia de Maira Moura na literatura, O jardim animado surpreende exatamente pela maturidade. A voz peculiar que Maira constrói ao longo de seus nove contos aparentemente independentes é uma voz que evoca um universo à la Neil Gaiman e deixa escapar uma ou outra herança de Allan Poe, mas ultrapassa – e muito – essa junção. Na mistura inusitada, a narrativa segue abraçando elementos até então opostos (ou, no mínimo, de combinação inimaginável), indo da mitologia grega à Jorge Ben Jor, de sereias fantasmáticas a alienígenas com máscaras de tragédia grega no lugar do rosto. Em comum, personagens que – tragados pelo absurdo da vida – parecem desistir de questioná-lo e, ao invés disso,
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