Poemas são como um soco

“Poemas são como um soco” é uma coletânea de poemas sobre a dificuldade do ser – ser mulher, ser jovem, ser LGBT, ser ansioso, ser depressivo, ser artista, ser feminista, ser humano. Escritos entre os 17 e os 21 anos da autora, os textos são organizados por temática não-cronológica, costurando a emulação de uma narrativa linear. Os temas abordados são comuns aos jovens adultos em um mundo cada vez mais caótico e individualista.
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Rosa Choque

Beatriz relata sua biografia sem meias palavras. Afinal, a vida não tem meias palavras para as transexuais, e, se a vida não dá trégua, a sociedade, menos. Em “Rosa Choque – Histórias que ninguém nunca contou” você vai encontrar tudo o que imagina sobre a realidade de uma travesti, e algo a mais: as verdades cruas que o senso comum tenta mascarar. As histórias que ninguém nunca contou. Rosa choque é um tiro. Rosa choque é frente de batalha. Rosa choque é um grito de liberdade. Sem meias palavras “Desde criança, eu já me sentia diferente dos outros meninos. Uma
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Bicha (nem tão) má

A participação de personagens LGBTs nas telenovelas tem se acentuado nos últimos anos e contribuído para o debate sobre a diversidade de gênero e sexualidade. Bicha (nem tão) má – LGBTs em telenovelas propõe uma discussão sobre as construções de sentidos produzidas pelas narrativas midiáticas acerca de uma população historicamente oprimida. A multiplicidade da identidade da personagem Félix, de Amor à Vida, é ponto de partida para compreender as complexidades e contradições dessas representações.
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Transmasculinidades: A emergência de novas identidades políticas e sociais

Desde 2010 é possível perceber a crescente visibilidade de transhomens no Brasil, tanto na mídia quanto no movimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT). Por que os transhomens estão mais visíveis nos dias de hoje? Quais condições permitiram a emergência dessas “novas” identidades políticas e sociais no Brasil contemporâneo? O que dizer das masculinidades produzidas por transhomens? Qual é o seu desejo de masculinidade? As transmasculinidades brasileiras podem ser masculinidades alternativas, mesmo estando incluídas em práticas de dominação, subordinação e marginalização. As transmasculinidades, ao produzirem uma masculinidade sem pênis, podem ser tomadas como um desestabilizador de masculinidades hegêmonicas, rejeitando a arbitrariedade do sexo e do gênero e questionando a certeza de sermos homens ou mulheres.
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Homem ainda não existe: Compartilhando reflexões para que ele exista

““No planeta existem muitos homens, mas ‘O Homem’ (chamamento pelo coletivo que caracteriza um ‘Ator Social’, nomenclatura do universo da sociologia) ainda não existe, já que é a única categoria de Gênero que ainda não debateu suas questões singulares, não tendo consequentemente se organizado autonomamente para fazê-lo (até agora). Não precisamos mais falar ‘as mulheres’; se falamos ‘A Mulher’ sabemos que falamos das mulheres. Não precisamos mais falar ‘as lésbicas, os gays, os bissexuais, os travestis, os transgêneros’, etc; falamos LGBTT* e compreendemos a que universo social de Gênero nos referimos. Mesmo nos países mais resistentes ao debate das questões
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Homofobia na Militância de Gays e Lésbicas do Brasil

Estariam os militantes do Movimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais livres de manifestar preconceitos sexuais e de gêneros? Ou de serem homofóbicos consigo mesmos e entre si? Um tema importante e ainda pouco difundido já que, em geral, os debates acerca da homofobia têm se centrado nas manifestações homofóbicas dirigidas aos LGBTs por parte daqueles(as) que não se enquadram neste grupo.
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