LIVRO

A pátria de João Pinto Ribeiro e dos demais repúblicos: uma análise da cultura política da Restauração de Portugal de 1640

R$70,00

Disponível por encomenda

  • Autor
    Rodrigo Franco da Costa
  • ISBN
    9786556110271
  • Ano
    2020
  • Páginas
    468
  • Gênero
    Acadêmico, História, Multifoco
  • Selo
    Multifoco

Descrição

A obra de Rodrigo Franco intitulada A pátria de João Pinto Ribeiro e dos demais repúblicos: uma análise da cultura política da Restauração de Portugal de 1640 foi produto de sua tese de doutorado em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. O trabalho em questão tem uma analise sobre a atuação política dos repúblicos na Restauração de Portugal de 1640: eles eram figuras das mais variadas ocupações e posições sociais que se preocupavam com o Bem Comum de sua comunidade política, sempre prontos para o debate de ideias, estavam certos de que muitas das vezes as penas que escreviam seus tratados, panfletos e obras no geral poderiam ter mais efeito do que uma espada fora de sua bainha. Entre os repúblicos, destacamos a atuação de João Pinto Ribeiro, letrado, agente do duque de Bragança e figura de primeira importância após o movimento restaurador. A Restauração de Portugal de 1640 foi o processo que colocou fim ao domínio da Monarquia Católica sobre Portugal, recuperando, então, os lusitanos a sua independência e autonomia política.

Na obra em questão é analisado por Rodrigo Franco os elementos fundamentais da cultura política dos repúblicos atuantes na Restauração de Portugal. Em especial, busca-se compreender a ideia de “pátria” presente nas obras de João Pinto Ribeiro e de outros repúblicos não menos importantes. É com a análise da cultura política presente nas obras dessas figuras que podemos compreender as motivações para a Restauração de 1640, os grupos sociais que participaram do movimento e, inclusive, a origem de algumas interpretações de historiadores sobre o episódio. A Restauração de Portugal de 1640 é daqueles assuntos que dividem a historiografia, essa obra, então, longe de criar um consenso, mostra uma nova forma de compreender o episódio em questão, não tendo o seu autor receio de contrapor compreensões antigas e atuais sobre o assunto.

A obra conta também com o prefácio de Carlos Ziller Camenietzki, professor de História Moderna da Universidade Federal do Rio de Janeiro.